
Adorava balões a gás. Naquela época vendiam em pontos de ônibus e praças. Certa vez amarrei um deles a uma pequena girafa de plástico para que eu pudesse descansar o dedo da linha amarrada. A torneira do quintal estava aberta e a água corria. Distraído, vi a girafa voar a uma altura que eu já não mais alcançaria. Chorei. Acompanhei seu voo de balão até que a vista não pudesse mais alcançar.